Sonorização Ambiente

 

 


Projeto casa nova: como montar o som ambiente

 

     Mudar de residência é sempre uma experiência interessante: ao mesmo tempo em que a correria para providenciar o transporte de todos os pertences, o pagamento de despesas “inesperadas” e a mudança de rotina impõem a tomada de decisões importantes e por vezes causam dor de cabeça, a sensação de ter o controle da própria vida inteiramente nas mãos é indescritível. Junto dela costuma vir outro momento dos mais agradáveis para muita gente: a execução do “projeto casa nova”. É nesta fase que as lojas de decoração e objetos para o lar passam a ser um destino frequente, sobretudo aos finais de semana.

     Esse movimento ocorre porque a possibilidade de compor um ambiente minuciosamente conforme as suas preferências pessoais é uma atividade empoderadora e, para  a maior parte das pessoas, prazerosa. É o momento de dar um toque pessoal em cada canto do novo ambiente, independente de ele ser comprado ou alugado. Afinal, é ali que você vai viver e torná-lo aprazível só melhora a experiência.

Para que tudo dê certo, é preciso ficar atento à alguns itens que fazem parte do planejamento pós-aquisição (ou assinatura de contrato, no caso dos aluguéis) e pré-moradia. Entre eles, estão:

 

  • Qual será o estilo da decoração?
  • Quantas vagas de garagem você terá — ou vai precisar?
  • Qual é a quantidade ideal de quartos?
  • Quais são os pontos de iluminação e fornecimento de energia (tomadas)?
  • Você vai querer móveis prontos de lojas especializadas ou sob medida?
  • Qual tipo de som ambiente é o mais adequado para o espaço?

 

Som ambiente valoriza o projeto casa nova

     Todos os itens que você leu anteriormente são muito importantes para que a sua casa nova seja moderna, agradável e aconchegante. Ter características pessoais nos objetos de decoração, na funcionalidade do imóvel conforme a sua rotina e um alto nível de conforto vão causar uma boa impressão para seus visitantes e proporcionar momentos agradáveis enquanto você estiver em casa.

     Uma das maneiras mais eficientes de fazer isso é por meio da sonorização de ambientes. Você sabe o que isso significa? Trata-se de usar conhecimento técnico e tecnologia para desenvolver um projeto que permita escolher os equipamentos mais adequados e a melhor disposição deles dentro de um espaço — que pode ser a sua casa nova inteira ou apenas alguns cômodos. Investir nesse segmento significa permitir que a sua residência tenha o clima que você desejar, no momento em que quiser, por conta da possibilidade de ouvir as suas músicas preferidas de forma simples e eficiente.

     Os sons podem oferecer vantagens à saúde humana: conforme a escolha, ela pode ajudar a relaxar, acalmar, estimular a memória e até aliviar dores. A musicoterapia é estudada por especialistas há muito tempo e já se sabe, por meio de comprovações científicas, que ela tem a capacidade de ativar o centro de prazer do cérebro — assim como os itens citados acima. Da mesma forma como ela é capaz de liberar a dopamina, pode trazer tranquilidade e contribuir com a sensação de relaxamento, tão importante quando você chega em casa depois de um longo dia de atividades na rua.

     Essa interferência positiva da música sobre a vida e o comportamento das pessoas faz tanto sentido que diversas lojas e centros comerciais têm investido em sistemas de sonorização de ambientes e obtido bons resultados. O que acontece é que um lugar agradável tende a reter os frequentadores, que, mais confortáveis, podem consumir mais. Lembre-se disso na sua próxima ida ao shopping center.

     Mais do que isso, investir num projeto de sonorização ambiente valoriza o imóvel. Por ser um tipo de intervenção permanente, você pode fazer uma única vez por meio da contratação de um profissional qualificado e usufruir dos seus benefícios para sempre. Caso você vá morar em um imóvel alugado, é possível negociar com o proprietário para que ele considere a sua ação como uma benfeitoria e abata o valor das prestações. E se o imóvel for seu mas você precisar se mudar no futuro, um sistema de som ambiente é um atrativo e tanto para despertar a atenção do futuro inquilino.

 

Escolha dos equipamentos

     Há algum tempo, quem quisesse instalar um sistema de som ambiente em casa tinha que se preparar para obras, compra de diversos itens e passagem de muitos metros de fio. Hoje, com o avanço de tecnologias e protocolos Wi-Fi, esse tipo de exigência foi reduzido drasticamente e já é possível obter excelentes resultados com muito menos intervenções.

     Outro fato que contribuiu para que não seja mais necessário comprar tantos equipamentos foi a popularização do streaming, cada vez mais presente por meio de aplicativos de celular e serviços de fornecimento de mídia a partir da internet. O levantamento mais recente da plataforma especializada BuzzAngle mostra que o consumo de música a partir da conexão com a nuvem computacional cresceu 27% nos Estados Unidos. O principal salto aconteceu justamente por conta dos usuários de Spotify, Deezer e Apple Music. Só na América do Norte, meio trilhão de músicas foram consumidas via streaming — contra 376 milhões em 2017.

 

Considerando este cenário, a sua lista de equipamentos necessários para ter um bom sistema de som ambiente é a seguinte:

 

  • amplificador: é um dos componentes mais importantes de um projeto de sonorização de ambientes de qualidade. Por ele é que passarão todos os sinais elétricos vindos da fonte geradora — que pode ser um celular, um player de áudio e vídeo ou outro dispositivo — antes de chegarem às caixas acústicas. Logo, cada aplicação exigirá um tipo de potência (como também são chamados os amplificadores) diferente e cabe ao comerciante especializado e ao instalador indicarem a melhor opção para você;
     
  • caixas de som e arandelas: são usadas para propagar o som e interferem diretamente na acústica de um ambiente. As caixas podem ser fixadas na parede por meio de suportes e as arandelas podem ser embutidas no teto (forros de gesso e outros tipos) e nas próprias paredes. A vantagem destas em relação às caixas é a discrição ao final do projeto, já que as arandelas são mais finas e têm menor destaque em relação às caixas. O rendimento acústico é o mesmo;
     
  • subwoofer: é uma caixa de som composta por apenas um alto-falante, geralmente de dez ou doze polegadas e um crossover — que é um dispositivo eletrônico que filtra as frequências sonoras. Dessa forma, ela só reproduz os sons mais graves. Sua instalação no ambiente garante uma experiência sonora completa, envolvente e “com peso”, graças à reprodução das frequências altas por meio das caixas de som e arandelas, e das graves via sub.

 

Instalação

     A instalação de um sistema de som ambiente pode fazer toda a diferença nos resultados que você vai obter depois de tudo pronto. Um profissional da área é o melhor caminho para ter um equipamento funcionando da maneira correta e uma resposta sonora impressionante.

Ao contactar um profissional, ele fará uma avaliação técnica e indicará todas as necessidades que o som do seu projeto casa nova precisa. Isso inclui a aferição do comportamento do som dentro de cada ambiente, que pode receber a interferência direta de cortinas, objetos diversos e das próprias características físicas do espaço.

     Nem sempre a melhor forma de obter potência sonora é investir nos equipamentos com maior potência nominal — nem nos mais caros. Como a propagação do som é um fenômeno físico, é preciso conhecer as particularidades das ondas sonoras para otimizar os resultados na sua sala, quarto ou área de festas.

 

Fonte: https://sonorizacaodeambientes.com.br/

 


SAIBA TUDO SOBRE TRATAMENTO ACÚSTICO

     Você já percebeu que dependendo do ambiente, os mesmos equipamentos sonoros se comportam de maneiras totalmente diferentes? Se instalarmos um amplificador de 100 Watts (W) e quatro caixas acústicas de 25 W cada ligadas em paralelo numa sala comercial, o som parecerá preencher o espaço de maneira adequada; mas se levarmos o mesmo kit para um salão ou grande auditório, além de percebermos o volume mais baixo em relação ao cenário anterior, ouviremos outras ondas além daquelas geradas pelos alto-falantes. Elas certamente vão evidenciar se o ambiente tem ou não um tratamento acústico adequado.

     A situação descrita, ainda que hipotética, é mais corriqueira do que você gostaria, certamente. Ela geralmente ocorre quando o conhecimento do cliente não considera a influência de fatores externos no rendimento do projeto de som ambiente dele, e ao invés de buscar o auxílio de um profissional, baseia suas decisões considerando unicamente tipos, modelos e marcas de aparelhos. Mas há muito mais a considerar, e você certamente sabe disso.

     Para ajudá-lo nesta missão, elaboramos este infográfico didático e completo que vai permitir entender exatamente o funcionamento das ondas sonoras e orientar sobre os pontos que devem ser analisados na hora de pensar em sonorizar uma área residencial ou um espaço coletivo. Comecemos, portanto, pelas características das ondas sonoras. É importante saber que elas são estímulos mecânicos que fazem vibrar o tímpano, no ouvido interno, e viram a partir daí impulsos elétricos. Ao serem enviados ao cérebro pelo nervo auditivo, elas não desaparecem imediatamente e perduram por cerca de 0,1 segundo (um décimo de segundo). Esse efeito chama-se remanescência auditiva.

     Ele explica duas formas de percepção sonora que parecem poluir o ambiente e dificultar o entendimento de uma mensagem ou música. São elas:

 

REVERBERAÇÃO - Ocorre quando uma pessoa ouve dois sons que foram produzidos por uma mesma fonte mas o segundo sinal bate em uma barreira, como uma parede, e chega ao ouvinte antes que termine a remanescência do primeiro, causando a sensação de prolongamento do som. Ela é comum em ambientes amplos, com superfícies lisas que refletem a energia sonora;

 

ECO - Se manifesta quando os dois sons — o direto e o refletido — são percebidos em momentos diferentes. Quando o eco acontece, o som refletido atinge o observador depois do fim da remanescência do som direto e o intervalo entre eles é maior que um décimo de segundo. Considerando as condições físicas ideais para a propagação do som, é correto dizer que onde há eco, o anteparo que provoca a reflexão das ondas está a 17 metros da fonte geradora de áudio.

    

     Sabendo disso, vamos ao próximo passo: o projeto do seu cliente precisa de isolamento ou tratamento acústico? Por mais que as confusões aconteçam frequentemente, essas duas coisas são totalmente diferentes. Veja:

 

TRATAMENTO ACÚSTICO:

1 - Controla o comportamento das ondas sonoras dentro do espaço;

2 - Não é exigido legalmente, mas pode ser feito por quem quer ter mais qualidade sonora dentro do ambiente. É ideal para salas de som ou que receberão home-theaters, estúdios, casas de espetáculo;

3 - Não exige obras de grande porte, mas requer a instalação de materiais densos, absorventes e não reflexivos como lãs de rocha, vidro, plásticos e espumas diferenciadas;

4 - A preocupação é com o lado interno e com a qualidade do som. A busca é pelo equilíbrio de todas as frequências.

 

ISOLAMENTO ACÚSTICO:

1 - Impede que o som saia do ambiente;

2 - É exigido por autoridades ambientais e prefeituras, sobretudo de estabelecimentos comerciais que produzem muito barulho em horários que podem incomodar os vizinhos (exemplo: casas noturnas);

3 -  Exige intervenções estruturais no imóvel: paredes de concreto duplas, portas de madeira grossa, itens pesados que impeçam a propagação das ondas sonoras para fora do espaço;

4 - O projeto é “pensado para o lado de fora” do espaço.

 

Erros e acertos do tratamento acústico:

     Além da expectativa equivocada de que o tratamento acústico é extremamente caro — ele não é e por vezes permite economizar com equipamentos, já que tende a exigir menos potência da fonte geradora de áudio —, há algumas crenças indevidas que são levadas em consideração pelo cliente quando ele procura fazer o serviço por conta própria. Tente esclarecê-lo sobre os seguintes pontos:

 

Nem toda espuma é adequada:

     Grande parte das opções mais baratas do mercado não são tão absorventes quanto as pessoas pensam. Há algumas, sobretudo voltadas ao segmento profissional, que são muito eficientes, mas custam caro. As mais populares, que têm superfície irregular semelhante às caixas de ovos, só “mata” as frequências acima de 1 kilohertz (KHz), que são mais fracas;

 

Grave demais não é “bonito” nem adequado:

     Você já deve ter ouvido pedidos de clientes que queriam mais grave do que o equipamento podia entregar ou que a própria música ouvida por ele tinha. Essa ilusão vem da época dos micro e mini-systems com a tecla “bass boost”, que aumentava exageradamente as frequências mais baixas como apelo comercial. Lembre-se sempre que em dimensões comuns de ambiente, com paredes com comprimentos entre 3 e 6 metros, a tendência é que as frequências graves sejam ressaltadas por conta da ressonância simpatética, que ocorre quando o comprimento de onda de uma determinada frequência tem exatamente o mesmo tamanho que um dos lados da sala. Isso faz a onda ganhar pressão e ser percebida de forma mais intensa;

 

Use técnicas para difusão sonora:

     Além da absorção e da reflexão, as ondas podem ser difusas e isso contribui para a boa acústica do ambiente. Dessa forma, os sinais sonoros são refletidos em várias direções e eles não conseguem voltar de onde vieram, eliminando o efeito de realimentação que causa a sensação de ouvir duas vezes o mesmo som.

     Tenha em mente e transmita para o seu cliente a certeza de que o tratamento acústico é uma opção extremamente eficaz, moderna e compensadora para quem está investido em um sistema de sonorização de ambiente. Seja para uma área comercial grande, onde o som precisa ser otimizado e as interferências externas não podem comprometer a inteligibilidade das mensagens, ou para uma casa, onde a qualidade sonora e a percepção de todas as frequências de uma música trarão mais conforto e bem estar.

Fonte: https://sonorizacaodeambientes.com.br/

 


SOLUÇÕES PARA SOM AMBIENTE RESIDENCIAL      

     Basta uma rápida pesquisa na internet ou uma visita ao comércio para notar: as pessoas estão ouvindo mais música. A percepção vem de diversas formas: gente com fones de ouvido, caixas de som Bluetooth, lojas com equipamentos expostos e a todo volume, “rádios” personalizadas dentro de ambientes comerciais… O que se vê por aí não é só impressão: um levantamento da associação de produtores musicais Pró-Música divulgado em meados de abril aponta que o faturamento da indústria em 2018 chegou a US$ 216 milhões (R$ 832 milhões), cifra impressionante e positiva depois dos anos de retração do mercado fonográfico que teve seu ápice em 2015. A alta do mercado brasileiro chega a 30% e considera a venda de músicas em plataformas físicas e digitais. Isso é mais que o dobro do aferido no mundo 2017, que não passou dos 10%. Os dados colocam o país na décima posição global no ranking que mede o tamanho desse negócio nas nações. Mas ao que se devem estes números?

     Uma das primeiras justificativas é encontrada na própria pesquisa: as vendas de música em formato digital já representam 98% do faturamento desse segmento da economia e do entretenimento. A segunda é a facilidade que a tecnologia deu aos que querem consumir música em diversas situações. Até pouco tempo atrás, o consumo de música era um pouco mais restrito: dentro do carro, no rádio ou por meio de grandes aparelhos em casa. Por mais que não fosse raro, ainda assim, ver gente com fones dentro de ônibus e nas ruas, por exemplo, a experiência era limitada: ou a playlist obedecia critérios alheios à vontade do ouvinte (no caso das rádios) ou durava no máximo uma hora e vinte minutos (tempo de duração dos CDs). Claro que quem quisesse poderia carregar uma série de discos por aí e aumentar o tempo de reprodução, mas isso ficava longe de ser prático e cômodo

     Além disso, as circunstâncias econômicas e comerciais faziam com que o acesso a equipamentos de qualidade exigisse certo fôlego financeiro: para os mais preocupados com a qualidade, a saída eram os conjuntos high-end existentes fora do país que, quando importados, chegavam aqui pelo preço de um carro popular. Felizmente o quadro mudou muito e hoje é possível encontrar aparelhos de altíssima qualidade a preços altamente competitivos, com um fator importante: muitos deles são projetados e desenvolvidos por fabricantes nacionais, que têm uma trajetória comprovada de qualidade sonora e eficiência técnica. 

     Cada vez mais interessadas em ambientes exclusivos e que lhes permitam relaxar com conforto e qualidade técnica, as pessoas têm procurado ir além do senso comum quando o assunto é a instalação de um som ambiente residencial. Antes um sistema estéreo ou uma soundbar com subwoofer eram suficientes para potencializar a experiência de assistir a filmes ou shows. Hoje, o convite é para uma vivência diferenciada graças a recursos com qualidade elevada e boa pressão sonora.

Alguns sistemas têm predominado a preferência do público brasileiro:

Sistemas 2.1- Oferecem uma configuração básica com boa qualidade sonora. Geralmente funcionam a partir de duas caixas de som frontais e um subwoofer estrategicamente posicionado no cômodo. Eles podem reproduzir com boa fidelidade as vozes (por meio das caixas frontais) e os graves (sub), elevando a experiência a um nível maior que a média;

Sistemas multicanais - São uma das principais novidades dos últimos tempos, viáveis por conta do desenvolvimento e disponibilização de amplificadores específicos para a sonorização de ambientes. Eles permitem dividir o fluxo de saída de áudio, permitindo direcionar o som para a sala de casa e uma área externa ao mesmo tempo (por exemplo).

     Entre esses dois tipos, o segundo apresenta uma vantagem: o custo-benefício é altamente convidativo, já que ele entrega mais do que uma experiência sonora. É comum que os ambientes que possuem algum tipo de intervenção — como sistemas de sonorização ou de automação — valorizem-se e ganhem mais refinamento e requinte.

 

Como escolher os melhores equipamentos para um bom SISTEMA DE SOM AMBIENTE RESIDENCIAL?

     A experiência com os aparelhos de som corretos proporciona uma sensação auditiva especial. Por isso é muito importante escolher produtos de qualidade reconhecida, com boa rede de assistência técnicas e que tenham sido planejados para atender aos anseios do consumidor brasileiro. Para que a resposta do sistema seja a melhor possível, é fundamental considerar equipamentos modernos e otimizados para os imóveis atuais. Além de amplificadores, há uma linha de caixas de som com características diferenciadas:

     Arandelas borderless de 80W e 100W Projetadas para atender às necessidades de sonorização de diversos tipos de ambiente, estas arandelas podem ser embutidas no teto e estão disponíveis em dois formatos: redondas ou quadradas. Possuem borda ultrafina (borderless) que dão discrição ao equipamento, garantindo que ele não chame a atenção visualmente após a instalação. As potências variam entre 80 e 100 Watts

     Arandelas anguladas Com potências entre 80W e 100W, também em dois formatos, esse produto é uma inovação da Frahm que oferece uma experiência diferenciada para o ouvinte. Por manter o ângulo de inclinação do alto-falante, é possível direcioná-la para o ponto exato onde estarão os ouvintes. Isso propicia um fluxo de áudio mais eficiente, sem interferências e oferece melhor resposta sonora.

     Caixas de som internas e externas Nesta categoria estão dois lançamentos pensados especificamente para os projetos de som residencial. Com design arredondado e extremidades ultrafinas que valorizam a apresentação e a discrição do produto, principalmente depois de instalado, e produzida nas cores branca e preta, as linhas de caixas HS e CS entregam uma experiência linear ao ouvinte por reproduzirem toda a faixa de frequência acústica com o mínimo de oscilação. A conexão é simplificada por meio dos conectores de engate rápido na parte traseira e o posicionamento no ambiente pode ser facilmente ajustado graças a um avançado suporte já instalado no produto.

     Em qualquer projeto de sonorização de ambientes, esses itens têm o poder de fazer a experiência ser aperfeiçoada ou prejudicada. A correta disposição das caixas, a escolha das que são construídas com os materiais mais adequados e a preocupação com o uso de recursos de qualidade são fatores determinantes. Mas obviamente, não é só isso.

     Como você leu antes, além das caixas é fundamental dispor de bons amplificadores — que são os aparelhos necessários por receber o sinal da sua fonte de áudio e amplificá-lo até as caixas. Diferentemente do que ocorria no passado, hoje há modelos com tamanhos reduzidos e funcionalidades avançadas, como conexão à rede WiFi da casa e possibilidade de instalação na parede no espaço destinado a uma tomada, por exemplo. Veja:

     Amplificador RD 240 Wi-Fi Residence Frahm Oferece o sistema Multiroom, por meio do qual é possível controlar outros aparelhos do mesmo fabricante a partir da rede sem fio da sua casa. Dessa forma, você pode ter músicas diferentes tocando em partes distintas do imóvel. Também é possível usar a conexão sem fio à rede para fazer o streaming de músicas, que serão amplificadas para cada um dos seus quatro canais de 60W (RMS) cada.

     Amplificador de parede RD Wall Frahm Inovador pelo design, elimina a necessidade de ficar apoiado em alguma superfície ou em um rack na sala de som. Por ser de dimensões compactas, é facilmente instalável no espaço ocupado por uma tomada ou interruptor de luz (as tradicionais caixinhas 4X2), na parede mesmo. Dessa forma é possível controlar toda a sonorização de um determinado ambiente com a mesma simplicidade com que se acende uma lâmpada. Outra vantagem é que o tamanho reduzido não exclui funções: ele lê cartões de memória, dispositivos USB, possui conexão Bluetooth e rádio FM, além de um controle remoto para simplificar ainda mais a operação.

SUBWOOFER necessidade para quem quer mais:

     A combinação das caixas de som com os amplificadores que você leu acima já vai garantir uma qualidade sonora muito superior à entregue por equipamentos semelhantes disponíveis no mercado. Alta definição, possibilidade de múltiplos ambientes e boa cobertura de frequência de áudio são algumas das características. Um passo além que pode ser dado é a instalação de um recurso que vai transformar o seu som ambiente em um sistema de cinema: o subwoofer. Por definição, ele é um item indispensável para quem quer sentir o peso das músicas de forma única e envolvente. Trata-se de uma caixa de som com litragem especial que abriga um alto-falante de 12 polegadas montado no sistema FPB. O Floor Propagating Bass faz com que as frequências sub-graves sejam propagadas pelo piso, o que estende a força delas e reforça o efeito de profundidade e envolvimento do som.

     Um dos principais modelos é o RD SW 12 300W, que harmoniza perfeitamente com qualquer ambiente: existe nas cores branca e preta e é construído em PET, o que torna a superfície muito mais resistente a riscos e à umidade. Tecnicamente as vantagens são a arruela inferior rebaixada, que permite o deslocamento do cone acima do limite sem danos; o centro de aramida, um tipo de tecido que tem alta flexibilidade e resistência incomparável; cone rígido, o que elimina a possibilidade de distorção do som; e função Smart Power On, que liga automaticamente o subwoofer quando identifica a entrada de sinal — entre outras características.

 

Agora você já sabe o que é preciso para começar a montar um som ambiente residencial. Seguindo essas nossas dicas, a experiência na sua casa será elevada a outro patamar!

 

Fonte: https://sonorizacaodeambientes.com.br/

 


Comprar aparelho de som: 5 coisas que você precisa saber

A maneira de as pessoas consumirem música mudou em todo o planeta. O último relatório da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI na sigla em inglês), divulgado há poucos meses, traz informações importantes que ajudam a fazer uma leitura bastante precisa sobre as tendências e o que deve ser levado em consideração na hora de comprar um aparelho de som. Estar atento a isso é o que vai garantir que o seu investimento tenha a maior vida útil possível e permaneça atualizado diante dos movimentos que já aconteceram e dos que ainda virão.

Ainda que o mercado fonográfico tenha crescido e hoje ultrapasse a marca dos US$ 19 bilhões, há aspectos significativos que transformaram o cenário de uma maneira irreversível. Fatores como a preferência massiva pelo streaming pela audiência mais jovem (56% do público entre 16 e 19 anos já substituiu o rádio pelas plataformas digitais), o consumo crescente de podcasts e a chamada música social, uma espécie de mistura entre o que é oferecido pelas redes sociais e por aplicativos como Spotify e congêneres, podem não permitir afirmar com certeza o que vem por aí; eles ajudam a entender que a dependência física de uma mídia faz parte de um passado que não tem como voltar com a mesma força.

Pode parecer que isso não tem nada a ver com a sua decisão de comprar um aparelho de som, aparentemente simples e envolvida apenas com as características técnicas e o preço do equipamento, mas tem. Para se manter atualizado e desfrutando da música pelo maior tempo possível, é fundamental considerar cinco coisas fundamentais antes de se deixar levar por apelos publicitários e promessas baratas.

Comprar aparelho de som na atualidade

Essa valorização da mobilidade e o declínio do comércio e consumo de mídias físicas para a reprodução de músicas (CDs, discos de vinil, fitas cassete) pode alimentar uma ideia falsa: a de que investir em um som ambiente não é uma boa. A impressão não é verdadeira — aliás, o momento nunca foi mais adequado do que agora para comprar um aparelho de som.

Ao invés de ser um dispositivo que seria usado apenas ocasionalmente, dentro de casa, e com uma finalidade muito específica como reproduzir discos, os sistemas de som modernos viraram verdadeiras centrais de entretenimento e podem ser utilizados em diversas situações. Altamente integráveis a outras plataformas, além de reproduzir suas músicas favoritas a partir de um reprodutor digital são eles que vão transformar a sua sala de TV praticamente num home theater. Com o investimento adequado, é possível ganhar ter qualidade e alta definição o tempo inteiro.

 

Invista na conectividade

Uma das principais vantagens do som ambiente é que ele sempre está à sua disposição. Instalado em um ou mais cômodos do imóvel, está tão integrado ao local que pode ser acionado de forma muito natural — seja para ouvir uma música num momento de lazer ou dar um clima mais agradável a uma reunião de amigos.

Os avanços tecnológicos permitiram reduzir bastante o tamanho de cada componente, e alguns podem ser até embutidos na parede como alguns modelos de amplificadores. Os mais discretos cabem em uma caixinha de tomada e ainda aproveitam a tubulação elétrica para facilitar a instalação.

Mas tão importante quanto isso é saber se o aparelho que você deseja comprar é facilmente conectável a um smartphone ou tablet, por exemplo. O ideal é que seja possível estabelecer uma ligação via Bluetooth para permitir que as músicas sejam reproduzidas a partir da sua plataforma de streaming preferida diretamente para o amplificador, sem fios, nem interrupções. Ele vai se encarregar de mandar o sinal para as caixas e arandelas, preenchendo o ambiente com uma experiência sonora prática e eficiente.

 

Design é importante

Na hora de comprar um aparelho de som, você não precisa mais escolher entre qualidade sonora ou design. Os avanços da indústria de equipamentos de sonorização ambiente já permitem que você tenha as duas características no mesmo conjunto de equipamentos.

Um exemplo são as arandelas empregadas em larga escala em projetos de sonorização que vão desde uma sala residencial até grandes ambientes comerciais. Elas são basicamente alto-falantes que podem ter até 140 Watts (W) de potência que por serem finas e possuírem bordas discretas, podem ser fixadas em forros de gesso, Isopor e até paredes. Projetadas para entregar a melhor experiência acústica, muitas utilizam a própria área onde estão instaladas como caixa de ressonância, permitindo que o som se espalhe de forma mais uniforme pelo ambiente.

Quando colocadas no teto, por exemplo, favorecem muito a propagação das ondas sonoras, que costumam seguir o formato do alto-falante e a sua movimentação para percorrerem o espaço até chegar ao ouvinte. É por isso que quando você está num ambiente que já possui esse tipo de equipamento, parece que você está dentro da música. Além disso, ao serem posicionadas na parte de cima do ambiente tendem a não chamar tanta a atenção, potencializando a percepção da música.

 

Soluções integradas funcionam melhor entre si

Optar por equipamentos diferentes de diversos fabricantes nem sempre é a melhor solução para o seu ambiente. Ainda que todos pareçam fazer a mesma coisa, há especificidades técnicas que, em alguns casos, podem causar incompatibilidades que vão prejudicar a experiência final.

A melhor maneira de lidar com isso e evitar que esse problema se manifeste é procurar componentes do mesmo fabricante. Isso garante que as impedâncias e potências serão adequadas para toda a instalação, sem correr o risco de ocorrer uma sobrecarga em um ponto ou outro e comprometer o funcionamento de tudo.

É possível adquirir todos os aparelhos no mesmo lugar, como uma loja virtual de sonorização para ambientes ou ainda optar por kits  especiais para som residencial, geralmente compostos por caixas acústicas, arandelas e amplificador. Eles garantem tranquilidade na hora da montagem e integração perfeita entre os dispositivos, proporcionando o melhor aproveitamento de sinal e experiência sonora de alto nível.

 

Frequências graves: o peso que faltava para o seu som dar show

Você certamente já teve esta experiência: estar em um lugar em que há um aparelho de som ligado, com volume alto, mas o que se escuta é praticamente um emaranhado de ondas sonoras desequilibradas que comprometem fortemente a experiência, a compreensão das falas e a “degustação da música”.

Outro exemplo: o ambiente tem um sistema de som que, mesmo não estando aparente, te leva para dentro do que está sendo reproduzido — seja um filme, um show ou simplesmente um streaming tocando. A impressão que você tem é que toda a banda está ali e você junto com eles, bem na primeira fila da platéia.

Acredite: essas duas situações são antagônicas e o que a falha de uma é o que salva a outra. Explicando: certamente o ambiente que lhe ofereceu melhor experiência sonora foi uma sala de cinema (ou algo parecido). Esse ambiente costuma contar um recurso fundamental para ajudar a melhorar a percepção do som: o subwoofer.

 

Essa é uma das partes mais importantes de um som ambiente de respeito. Trata-se de uma caixa de som com litragem especial, composta por um alto-falante de dez ou doze polegadas, que é capaz de entregar até 300W de potência RMS — que é a unidade de medida real, antes das distorções que destroem a percepção. O posicionamento do cone, geralmente virado para o chão, é o que faz com que as frequências graves se intensifiquem em propaguem-se pelo espaço de forma mais intensa e clara.

 

O resultado é aquela sensação de que o ambiente todo está vibrando. Aliado a um bom sistema de caixas de médios e agudos, com arandelas embutidas no teto, o grau de clareza do seu áudio e a experiência sonora obtida será de outro nível.

 

Como você viu, há diversos fatores a serem considerados na hora de comprar um aparelho de som. Nem sempre aquela opção mais barata ou com mais recursos visuais — como luzes e botões que piscam — será a opção mais adequada para a sua casa ou área de festas. Na maioria dos casos, investir em qualidade trará um retorno no médio prazo extremamente satisfatório, fazendo com que a sua aparelhagem dure muito mais tempo e esteja bem mais atualizada que outras oferecidas no mercado no modelo in a box (modelos que oferecem pouca possibilidade de personalização e alto grau de descartabilidade). Geralmente esse tipo de produto é feito para não poder ser consertado, de modo que uma falha qualquer pode fazer tudo aquilo virar um monte de entulho.

 

Fonte: https://sonorizacaodeambientes.com.br/